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JÁ OUVIU FALAR EM FISIOTERAPIA PÉLVICA?

uro21Também chamada de Uroginecologia e Coloproctologia, a fisioterapia pélvica é um tratamento realizado por meio de exercícios que tem como principal objetivo reabilitar a musculatura do assoalho pélvico, que são um grupo de músculos de controle voluntário com a função de sustentar os órgãos internos e, se localizam na parte inferior da bacia. As sessões são procuradas pelas mulheres geralmente para melhoria da função sexual. Quanto mais “sarada” a musculatura genital, maior a possibilidade de atingir o orgasmo.

 A fisioterapia é realizada por meio de exercícios, que em 1948 foram desenvolvidos pelo médico americano Arnold Kegel para tratar pacientes com incontinência urinária. O resultado foi satisfatório para tratar a perda involuntária da urina, e com o passar do tempo percebeu-se a melhoria na vida sexual de muitos pacientes, pois os exercícios causara uma melhora significativa na lubrificação, tornando o orgasmo mais fácil e prazeroso.

 Foram necessários meio século e muita comprovação científica para que a fisioterapia entrasse na seara da sexualidade como mais uma ferramenta para favorecer o prazer. Os exercícios são sessões de contração e relaxamento dos músculos genitais, e vão aumentando a dificuldade gradativamente a cada etapa, também são utilizados acessórios como cones e aparelhos capazes de medir a força perineal enviando ondas magnéticas com o objetivo de despertar a musculatura aos poucos e torná-la mais sensível.

A diferença entre um músculo flácido e outro trabalhado com fisioterapia genital é percebida claramente durante a relação sexual. A musculatura do assoalho pélvico, quando tonificada, torna-se mais vascularizada, muito sensível ao toque e propensa ao prazer.

 Segue alguns exercícios para fazer em casa:

 1. Contração perineal lenta

Sente-se bem acomodada sobre os ísquios (ossinhos da região glútea), com as costas eretas e apoiadas, os joelhos flexionados e os pés no chão. Inspire pelo nariz e, durante a expiração, contraia os músculos perineais como se estivesse interrompendo o jato urinário, tentando permanecer com a contração durante toda a expiração. É importante não trancar o ar e não contrair o bumbum nem as coxas, isolando somente a musculatura perineal. Pode-se iniciar com contrações de três segundos.

 2. Contração perineal rápida

Na posição que desejar, faça dez contrações rápidas da região perineal, de cerca de um segundo cada uma, depois, repouse o dobro do tempo. Esse exercício aumenta a lubrificação vaginal e pode ser feito no início do ato sexual, com essa finalidade, ou durante a penetração.

 3. Báscula pélvica

Levante-se, deixe os joelhos levemente dobrados e coloque as mãos na cintura, inspire, puxando o ar pelo nariz, e faça o movimento de projetar a pelve para frente, como se quisesse esconder o bumbum, ao expirar, soltando o ar pela boca, leve a pelve para trás, “arrebitando” os glúteos.

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